quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

CONSTRUIR OUTRO MUNDO,
 EM MEIO À TEMPESTADE

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O signo da próxima década pode ser a turbulência. O declínio do poder norte-americano, agora evidente, é bem-vindo – mas tende a provocar, no curto prazo, desordens e ameaças. Será preciso evitar abismos. Mas, como em toda encruzilhada, haverá espaço para alternativas e escolhas.

No momento em que nos aproximamos da próxima década, é possível antecipar grande turbulência em duas frentes – a arena geopolítica e a economia mundial, com o relativo declínio do poder geopolítico norte-americano, agora percebido por quase todos, e que nem mesmo um Obama presidente será capaz de reverter.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

OS ECONOMISTAS DO SISTEMA TAMBÉM TREMEM
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Num curioso artigo, dois deles admitem — oh! — que o domínio do capital financeiro provoca instabilidades e crises. Mas logo propõem uma “saída”. Mudanças? Nunca: que as sociedades salvem os bancos!
Dois macroeconomistas consagrados na academia norte-americana, Olivier Blanchard e Lawrence Summers[1], juntaram-se para escrever uma proposta de reformulação das práticas de política e de regulação econômica e, talvez (isto não está claro), de mudança da macroeconomia atualmente ensinada nos cursos ditos mainstream de Economics.[2]

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

UM MANIFESTO “LUTERANO” PARA A ECONOMIA
Um manifesto "luterano" para a economia
É possível abalar os alicerces da ortodoxia econômica como Lutero abalou a Igreja Católica?

Inspirados na reforma de Martinho Lutero, o New Weather Institute e o Rethinking Economics propõem 33 teses para revolucionar o pensamento econômico

Na celebração dos 500 anos do repto lançado por Martinho Lutero à ierarquia da Igreja Católica, o New Weather Institute e o movimento Rethinking Economics, com o apoio de um largo espectro de economistas, acadêmicos e cidadãos, lançam um desafio ao ensino de economia baseada na visão dominante e convocam a mobilização por uma Nova Reforma consubstanciada nas 33 Teses para a Reforma da Economia.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

COMO AS EMPRESAS BRASILEIRAS ENCARAM A RESPONSABILIDADE SOCIAL


COMO AS EMPRESAS BRASILEIRAS ENCARAM A RESPONSABILIDADE SOCIAL

Maior parte das companhias é proativa, mas ainda faltam esforços para que se tornem realmente sustentáveis

Os chamados países em desenvolvimento ganharam poder nos últimos anos e hoje não se limitam a obedecer as regras criadas pelas potências econômicas mundiais. Eles têm criado as suas próprias normas. Nesse cenário, para entender as mudanças que aconteceram no desenho das cadeias globais de produção, é importante entender o que se passa nesses mercados. Isso envolve tanto os governos quanto a sociedade civil e as empresas.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

A CIDADE ONDE SE VIVE SEM DINHEIRO COMPLETA MEIO SÉCULO

Mapa da cidade experimental indiana.
   Mapa da cidade experimental indiana: Auroville

Auroville, um utópico assentamento na Índia, é hoje para muitos um perfeito experimento de convivência e, para outros, um lugar inseguro transformado em parque temático de turistas.

Uma sociedade sem polícia, na qual não se usa dinheiro, não existem as religiões e cada um contribui com sua habilidade para a comunidade. Estes eram os pilares sobre os quais em 1968 se instalou na costa de Tamil Nadu (Índia) um grupo de pessoas dispostas a levar adiante sua própria utopia, uma cidade experimental.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

MAKERS: CULTURA DO "FAÇA VOCÊ MESMO" PROMETE REVOLUCIONAR O MUNDO.

Uma placa de Arduino conectada (Foto: Pixabay/ Tomasz Mikolajczyk)

Desenvolver empresas inovadoras, promover mudanças no ensino, gerar transformação social: a cultura maker ganha força no Brasil para impulsionar uma nova revolução tecnológica.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

QUANDO AS EMPRESAS SÃO MAIS PODEROSAS QUE OS PAÍSES


Tim Cook, da Apple, explica como é a nova sede da empresa

 Tim Cook, da Apple, explica como é a nova sede da empresa  AFP / GETTY


Gigantes da tecnologia transformaram o poder corporativo e dados viraram o recurso mais valioso, não o petróleo.

 

Imagine uma companhia com a influência do Google, do Facebook ou da Amazon. E que ainda recebe do Estado o monopólio do comércio com uma zona geográfica. Também pode cobrar impostos, assinar acordos comerciais, prender criminosos e declarar guerras. Esses eram alguns dos poderes e atribuições da Companhia Holandesa das Índias Orientais, criada no século XV por empresários com apoio do Governo dos Países Baixos para comercializar com a Ásia.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

COMO A BOLÍVIA SE TORNOU O PAÍS QUE MAIS CRESCE NA AMÉRICA DO SUL

Prédios bolivianos

A Bolívia está há mais de uma década crescendo a uma média anual de 5% – muito superior à dos Estados Unidos e à dos países sul-americanos.
Apesar da crise no preço das commodities, o governo boliviano conseguiu manter o ritmo e foi cuidadoso para não desperdiçar o dinheiro que entrou após a nacionalização do gás e do petróleo em 2006.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

COMO FAZER A GESTÃO DO TEMPO COM SABEDORIA, SEGUNDO SOFIA ESTEVES



COMO FAZER A GESTÃO DO TEMPO COM SABEDORIA, SEGUNDO SOFIA ESTEVES
Nesta semana, Sofia Esteves indica cuidados para ser mais produtivo e desfrutar de horas a mais no dia
O mês de julho chegou não apenas trazendo o frio, típico desta época do ano, mas também anunciando o segundo semestre de 2017. Neste momento, tenho certeza de que você está pensando em “como o tempo voa”. Na verdade, nossa percepção do tempo é que mudou. Afinal, consumimos informação o tempo todo, resolvemos coisas a qualquer momento e nos ocupamos cada vez mais. Chega uma hora que a gente pensa que precisa de clones para dar conta da vida e do trabalho. Mas será que precisamos mesmo?

sábado, 14 de outubro de 2017

PODER, GEOPOLÍTICA E DESENVOLVIMENTO.

 

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Nunca haverá lugar ao sol para todos, no sistema interestatal capitalista. Curiosamente, todos os “ganhadores” desrespeitaram, um dia, regras estabelecidas

“Em última instancia, os processos de desenvolvimento econômico
também são lutas de dominação”
Max Weber,  Escritos Políticos.

O capitalismo nasceu associado com um sistema de poder específico, o sistema interestatal europeu. E desde o início, foi um dos principais instrumentos de poder dos estados que se impuseram, dentro e fora da Europa, transformando-se nas primeiras “grandes potências” do sistema. Durante os cinco séculos seguintes, o desenvolvimento destas “grandes potências” exerceu um efeito gravitacional e expansivo sobre todo o “sistema interestatal capitalista”, que foi ampliando suas fronteiras de maneira contínua, como se fosse um “universo em expansão”. Dentro deste “universo”, foram sendo criados e incorporados sucessivamente novos estados e economias nacionais que competem e se hierarquizam dinamicamente,  podendo ser classificados em três grandes grupos:

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O QUE É A 'CONTABILIDADE MENTAL' PELA QUAL NOBEL DE ECONOMIA EXPLICA COMO NOSSOS GASTOS SÃO IRRACIONAIS

Dólares

Você vai pedir um financiamento e calcula quanto terá que pagar todo mês. Não presta atenção na taxa de juros que estão te cobrando, não tem tempo de refletir e simplifica sua análise para satisfazer uma necessidade imediata.
Você se pergunta: Posso pagar a conta? Se a resposta é positiva, então o assunto está resolvido.

PROMOÇÃO OFF - INSTITUTO VERITAS


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

NOTAS, UM TANTO MELANCÓLICAS, SOBRE A CRISE DO PROJETO CIVILIZATÓRIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA

                        O que fazer do “brasil”?



Hoje, no “brasil”, aparentemente perdemos, no Estado e na sociedade, as referências a esse pacto civilizatório mínimo que constituiu a nação. Perdemos o reconhecimento da alteridade como parte de uma humanidade comum. Informados pela mídia e/ou pelas redes sociais, temos acompanhado microcenas de horror e barbárie que vêm compondo um enredo perverso.brasil-barbarie_01

Há trinta anos, Roberto DaMatta publicou um ensaio de grande repercussão: O que faz do brasil, Brasil?1 Discutia a identidade brasileira e nossa capacidade de negociar, relativizar e sintetizar, que lhe permitia acreditar na possibilidade de inventarmos um futuro comum, mesmo convivendo com desigualdades de todo tipo e articulando hierarquias com a cordialidade que seria característica do povo brasileiro. Difícil, contudo, mantermos a crença de DaMatta, quando a pessoalidade, que transborda no princípio do “você sabe com quem está falando?” e se articula como instrumento de realização de privilégios e interesses privados, dobra a lei e os procedimentos formais que dela decorrem em ilegalismos2 cotidianos, que atravessam toda a estrutura do Estado, o relacionamento deste com seus aliados3 e seu modo de atuação nas diversas esferas de governo, e projetam-se sobre a sociedade brasileira.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

ALTERNATIVAS: AS CASAS COMUNITÁRIAS DE BERLIM.

170815-Berlim

Numa cidade sob intensa especulação imobiliária, cresce também a resistência. A partir de “squats” anarquistas, avançam as cooperativas de co-habitação. Como funcionam?

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

SAIBA COMO FORTALECER A CULTURA ORGANIZACIONAL DE SUA EMPRESA.

Empresa, equipe, empreendedorismo, negócios, reunião (Foto: Endeavor Brasil)

Por mais que a estratégia seja essencial, a cultura do negócio é o que o mantém funcionando.

É provável que você tenha chegado até este artigo porque tem sentido na pele os desafios que uma cultura enfraquecida traz. Ou quer criar um ambiente mais saudável que incentive o bem-estar das pessoas e retenha talento para trazer melhores resultados para o negócio.

Além disso, você pode ter observado recentemente:

- Pessoas se demitindo com mais frequência;

- Dificuldade em contratar talentos porque os benefícios oferecidos
  pelo mercado parecem melhores que os seus;

- Com a empresa crescendo em ritmo acelerado, você sente que a cultura original que surgiu com os donos acabou se perdendo pelo caminho;

-Ou ainda a expansão do negócio criou uma cultura descentralizada geograficamente em que cada unidade parece diferente da outra.

Seja qual for o desafio, a resposta pode estar no fortalecimento da cultura da sua empresa. Fizemos uma coletânea de conteúdos para ajudar você a encontrar o melhor caminho. Para isso, você pode tanto navegar pelo menu aqui ao lado e ir direto para a dúvida que tem tirado seu sono; ou ler o passo a passo que criamos com a ajuda dos mentores especialistas em Gestão de Pessoas da rede da Endeavor.

Vamos lá?

Sua empresa não tem uma cultura. Ela é a cultura!

            A Cultura é o resultado de uma colisão entre pessoas, como elas interagem entre si em um ambiente e como esse ambiente evolui baseado nessas interações. Quando você entende que uma cultura é fraca — não existe algo como bom ou ruim, apenas forte e fraco — ela é como uma sopa com 29 ingredientes que tem um gosto diferente, mas você não sabe bem o porquê. É o resultado de uma grande mistura sem consistência!
Na prática, o empreendedor começa a sentir dores relacionadas à cultura organizacional quando a empresa cresce em velocidade alta. É natural que, enquanto o crescimento é acelerado, as preocupações com as vendas, entregas e finanças, por exemplo, se sobrepõem à conservação da cultura. A necessidade de contratação é alta e muitas vezes não há tempo para um treinamento oficial, com onboarding e imersão dos novos funcionários. O resultado é que acabamos misturando novos ingredientes que influenciam o resultado final da sopa.
Por essência, uma cultura é feita de pessoas. E quando chega gente nova, é natural que ela mude, evolua ou seja influenciada pela bagagem trazida pelos novos funcionários de outras culturas que viveram.
Seja a sua empresa uma startup ou scale-up, olhar para a cultura é garantir consistência no crescimento da organização, sem perder de vista os valores que a fizeram chegar onde está e vão construir o caminho para ela dar os próximos passos.
Daniel Castello, mentor Endeavor e especialista em Gestão de Pessoas, diz que:
A Cultura é composta, essencialmente, do que comunicamos, em todas as suas formas, e o significado que as pessoas derivam disto. Desde a escolha do local físico, do mobiliário, da forma como o espaço está dividido, do nome, da grafia, das cores, do jeito como falamos, das palavras que escolhemos ao tom de voz que usamos em cada situação… Tudo que fazemos, falamos e escolhemos comunica a forma como vemos o mundo, como nos posicionamos dentro dele e com que tipo de pessoas queremos nos relacionar. E como esperamos que as pessoas respondam a isto. 
Desenvolver conscientemente a Cultura de uma empresa não é fácil. Tem a ver com a consistência como geramos e atendemos às expectativas criadas. Com os exemplos que criamos. Com as decisões que tomamos. Com as histórias que contamos. E, principalmente, com as pessoas que contratamos e as que mandamos embora.
Pouco a pouco, as pessoas passam a compreender, espelhar e multiplicar o que valorizamos até que se torna uma segunda natureza da organização ser daquele jeito.

Qual é o jeito de ser da sua empresa?

Em seu workshop sobre People Operations, o mentor Edson Rigonatti lista os oito elementos acionáveis de uma cultura, a partir de uma série de perguntas. Na medida em que você vai respondendo, o perfil da Cultura da sua empresa vai se desenhando, como um diagnóstico do estado atual da sua organização!

1. Nossa cultura é missionária ou mercenária? Estamos aqui pra ganhar dinheiro e ser eficiente ou por uma causa?

2. As coisas acontecem de jeito estruturado ou flexível? Tem processo para tudo ou cada um faz como quer?

3. Preferimos pensar sobre um problema ou sair executando e aprender no caminho?

4. Damos mais valor ao controle ou delegamos bem?

5. Temos cuidado na ação ou existe permissão ao risco?

6. Lidamos com as pessoas de um jeito diplomático ou direto?

7. As pessoas são individualistas ou trabalham mais em grupo?

8. Vale mais o que acontece dentro de casa ou fora de casa?

É raro quando a resposta a essas perguntas seja um binário sim ou não. Não existe certo, nem errado, apenas um perfil específico que faz a sua empresa ser do jeito que é.

As pessoas mais importantes para a sua cultura são as que vão embora

          Soa estranho num primeiro momento, mas as pessoas que você demite são mais importantes do que as que você contrata para definir a cultura de um lugar. Assim, a cultura é definida por quem fica e também por quem vai embora, moldando os valores e os hábitos que são aceitáveis, mas, principalmente, aqueles que não são.
Felipe Castro, mentor Endeavor, costuma dizer que a pior pessoa define o que é aceitável:
Quando uma pessoa sempre chega atrasada, não entrega resultados, trata mal os clientes ou colegas e nada acontece, a organização está legitimando esse comportamento. Se essa pessoa pode se comportar assim, então todos podem. O pior comportamento passa a ser o nível mínimo de exigência, puxando todos para baixo. É impossível atingir a excelência ou construir uma cultura de alto desempenho sem eliminar os comportamentos inapropiados.
A atitude na liderança é chave, mas não é o bastante. Nas organizações horizontais, com times autogerenciados, o próprio time precisa se cobrar e se motivar. É fundamental que a equipe crie obrigações mútuas entre seus integrantes, construindo compromissos com o desempenho e com as atitudes corretas. O próprio time deve eliminar o comportamento inadequado, seja por meio de feedback, cobrança, coaching ou mesmo desligando a pessoa. O importante é que aquele comportamento não se torne parte do dia a dia do grupo.

A Cultura nasce da mentalidade dos fundadores

Edson Rigonatti também explica que:

A cultura torna-se palpável na linguagem que as pessoas usam, nos rituais que elas participam (reuniões, eventos), nos símbolos adotados (logos, decoração do escritório, personalidades admiradas), nos tipos de recompensas (dinheiro, viagens, elogios) e naqueles que os recebem (os heróis, comumente conhecidos como os “queridinhos”).
Por essência, ela é formada pela mentalidade dos fundadores, a visão que os empreendedores tinham lá no início sobre o que fazia aquela empresa especial e diferente de todas as outras do mercado. Na prática, é a visão de Larry Page e Sergey Brin que originou o Google; a audácia de Steve Jobs que fez nascer a Apple; a perspectiva de gestão do trio Marcel Teles, Jorge Paulo Lemann e Beto Sicupira que fez nascer a AMBEV.
Além de criar um bom ambiente de trabalho, a cultura também influencia nos resultados da empresa. A história da LEGO é um exemplo disso. Em 10 anos, a empresa perdeu valor em uma média de 300 mil euros por dia, por conta de uma série de problemas de gestão. Foi a entrada do novo CEO, Jorgen Vig Knudstorp , que trouxe à tona os valores que levaram a LEGO a ser um sucesso lá no começo:
A LEGO estava em um negócio para criar brinquedos de construção inovadores em que as criançãs poderiam aprender com eles. 
E era preciso relembrar a empresa inteira desse propósito. Foi quando todos retomaram a mentalidade do fundador e se voltaram para o core da empresa que o jogo virou.

Como definir a cultura da minha empresa?

           Se a cultura da sua empresa está clara para você, mas nem tanto para o seu time, é importante colocar no papel. Todo CEO é também um Chief Cultural Officer, por isso é tão importante se ater até aos mínimos detalhes.
A empreendedora Leila Velez, do Beleza Natural, conta nesse texto que:
Cada movimento da sua sobrancelha manda uma mensagem para toda a organização. Ou seja, se você não estiver bem, com certeza esse sentimento tende a se espalhar por toda a equipe, feito rastilho de pólvora. O empreendedor molda a cultura de sua organização por meio de sua própria personalidade. Aquela velha história de “faça o que eu digo e não o que eu faço” quase nunca funciona, pois o tamanho da influência é muito maior do que o empreendedor imagina, na maioria das vezes.
Se a cultura organizacional é alma, a identidade é a personalidade e os anseios que tornam essa empresa única.

Defina os três pilares: Missão, Visão e Valores

          Muitas empresas já têm esses pilares definidos na área institucional do site, ou até na parede do escritório, mas eles nada significam para as pessoas que ali trabalham. Não basta uma frase bonita, ou uma série de valores brilhosos, se isso não for uma verdade que pulsa em cada pessoa do time.

Como conservar a cultura organizacional quando a empresa começa a crescer?

           No fundo, a cultura é tudo aquilo que permanece em uma empresa quando os donos não estão olhando.
Quando o Beleza Natural estava se preparando para escalar, a pergunta que guiou os sócios foi: se a gente sumisse do planeta, o que deveria ser o jeito de agir do Beleza Natural?
Em uma organização global, o choque de culturas é ainda maior. Pedro Janot, mentor Endeavor, conta nesse artigo como contornou esse desafio quando assumiu a presidência da Azul Linhas Aéreas: uma empresa formada por americanos e brasileiros que herdava muito da antiga Varig, por conta das contratações feitas. Como construir uma cultura do zero quando nenhum funcionários é uma página em branco?
James Allen, sócio da Bain & Company, acredita que existem 5 lições fundamentais para manter a alma de uma pequena empresa, mesmo quando ela começa a crescer. Entre elas, então:

1. Clareza de propósitos
2. Liberdade dentro do limite
3. Comunicação sem burocracia
4. Interdependência
5. Generosidade de espírito

Esse último é para ele o mais importante:

A “cola” que fortalece as relações é a generosidade — a disposição de todos para treinar, inspirar, incentivar, encorajar, elogiar e respeitar uns aos outros. Você pode ver como é fácil perder essa generosidade de espírito à medida que se cresce — e com ela, a alma da sua empresa.

Fonte: Publicado em Endeavor Brasil - 24.04.2017 - http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2017/04/saiba-como-fortalecer-cultura-organizacional-de-sua-empresa.html


7 FERRAMENTAR GRATUITAS PARA VOCÊ ADMINISTRAR SUA EMPRESA


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Com elas, é possível cuidar de suas finanças, definir metas e montar equipes vencedoras.

O primeiro a chegar, o último a sair. Passar café enquanto entrevista um candidato. Finalizar um relatório ao mesmo tempo em que prospecta um novo cliente. Aperfeiçoar um produto enquanto fecha o caixa do mês.

domingo, 17 de setembro de 2017

A NECESSIDADE DA FILOSOFIA NA ECONOMIA, POR MARCOS VILLAS-BÔAS.

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Não existe Economia sem Filosofia - Os maiores pensadores da Economia eram e são filósofos

A Filosofia é uma disciplina, um curso, mas também uma atitude. Ela busca o questionamento, a transgressão do senso comum, as causas últimas das coisas, uma compreensão mais profunda dos temas, a sua evolução histórica.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

FAMILIA ALEMÃ VIVE PRATICAMENTE SEM USAR DINHEIRO HÁ 3 ANOS

família alemã vive sem dinheiro

Famíla alemã vive há três anos praticamente sem usar dinheiro. Este novo modo de vida vem recebendo atenção de pessoas na Europa e fomentando discussões na internet.

Um alemão de 29 anos conseguiu desenvolver um sistema de vida ao lado de sua família, cujo gasto de dinheiro é mínimo. Raphael Fellmer sustenta sua família há três anos com alimentos encontrados em caçambas de lixo de supermercados e adquire móveis e outros utensílios através da prática do escambo.

terça-feira, 12 de setembro de 2017


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Na contramão da sociedade contemporânea, homens e mulheres optam por uma vida mais simples. Eles garantem que são mais felizes. Conheça as histórias

Você pode ter passado a vida inteira, ou parte dela, ouvindo a expressão: tempo é dinheiro. Conhecido de perto um universo em que ter do “bom e do melhor” é sinônimo de uma vida sossegada. Também deve ter escutado, e acreditado, que comprar roupas, sapatos e supérfluos alivia o estresse, principalmente, das mulheres durante a tensão pré-menstrual (TPM). Que shopping é e será um dos melhores lazeres desta vida moderna. Agora, suponha que tudo isso virasse de cabeça para baixo. Em nome da simplicidade do ser, homens e mulheres, de idades diferentes, chacoalharam esses velhos conceitos cada vez mais impostos à sociedade e optaram, sem culpa e com leveza, por uma vida simples. Acreditam que precisam de pouco para se satisfazer e asseguram que o lucro com tudo isso não se vende nem se troca, e tem nome: felicidade.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

5 DICAS DE ADMINISTRAÇÃO DO MAIOR IMPERADOR CHINÊS

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Por que não revisitar a história e aprender com as lições dos grandes mestres?
Seja para administrar um governo, uma empresa ou mesmo uma equipe, um líder exerce um poder enorme sobre as pessoas, e suas decisões influenciam diretamente o andamento dos negócios. Para ser um administrador de sucesso, é preciso criar uma estrutura forte, dentro da qual os funcionários possam se desenvolver, crescer e alcançar resultados.

sábado, 9 de setembro de 2017

PESSOAS, EMPRESAS E GOVERNOS INVESTEM NA COLABORAÇÃO, CRIATIVIDADE E NO COMPARTILHAMENTO PARA INOVAR E OFERECER SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS


Os moradores de Seul, capital da Coreia do Sul, tinham um problema: ao ir para o centro da cidade com seus carros, não encontravam vagas para estacionar. Para resolver a questão, o governo tinha como opção construir garagens subterrâneas, o que poderia custar milhões, demorar para solucionar o problema, além de causar incômodo. A solução proposta, no entanto, foi simples: mapear as garagens dos moradores locais que ficavam vazias na região, durante o dia, e oferecê-las como alternativa para estacionar os automóveis. Em contrapartida, o valor recebido poderia ser investido em melhorias no próprio condomínio.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

EXISTE UM POVOADO DA AMAZÔNIA QUE TEM A ECONOMIA BASEADA EM TROCA
O antropólogo Roberto Rezende morou durante seis meses na reserva extrativista de Alto Juruá
  (Foto: Flickr/ Ikhlasul Amal)
Piadas infames à parte, a região do extremo oeste do Acre permanece como um território ainda pouco integrado ao restante do Brasil. Para conhecer seus habitantes, que vivem distantes dos grandes centros econômicos do país, o antropólogo Roberto Rezende morou durante seis meses na reserva extrativista de Alto Juruá, próximo à fronteira com o Peru e a 560 quilômetros de Rio Branco, a capital acreana.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

SAIBA COMO DELEGAR TAREFAS E FAZER A EMPRESA "SOBREVIVER SEM VOCÊ"


Crie um modelo de gestão que transcenda a figura dos fundadores. Assim a empresa se torna mais longeva e sobrevive melhor à saída de um sócio, por exemplo.

gestao, administração, empreendedorismo (Foto: Endeavor Brasil) 
Para profissionalizar a gestão, a busca por uma consultoria ou por um executivo pode facilitar a vida dos fundadores (Foto: Endeavor Brasil)

Se você tivesse que se afastar hoje da sua empresa, ela pararia de pé? Essa é uma situação que já vi acontecer algumas vezes. Mesmo com muitos anos de mercado e um crescimento exponencial, muitos negócios mantêm uma gestão centrada inteiramente nos empreendedores.

domingo, 27 de agosto de 2017

O MITO DAS TECNOLOGIAS SALVADORAS

Em 2015, havia 1,25 bilhão de carros no mundo, 40% a mais que dez anos antes

Carros, moda, carne. Nestes e em outros setores, avanços técnicos são reais e poupam recursos. Mas não compensam ameaça dramática representada pela globalização do consumismo ocidental
Por Ricardo Abramovay
Primavera-verão, outono-inverno: o modelo de negócio que predominou na indústria da moda até recentemente apoiava-se sobre o lançamento de duas coleções anuais, ao fim das quais tinha início a liquidação. O período entre o desenho do produto, a produção, a distribuição e, por fim, a venda a preços rebaixados era de um ano e meio. A fast-fashion reduziu este prazo para três meses. Algumas marcas trabalham com algo entre 50 e 100 microestações por ano, em vez de apenas duas. Com isso os custos caíram drasticamente e as próprias cadeias produtivas se transformaram. A moda chegou a amplos segmentos populares, com impactos positivos não só para a autoestima das pessoas, mas também para o crescimento econômico. O setor emprega nada menos de 40 milhões de trabalhadores por ano e, em países como o Brasil, dificilmente ele resistiria à concorrência asiática, não fosse a fast-fashion.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017


EFEITO ESTUFA

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O efeito estufa é um fenômeno natural e possibilita a vida humana na Terra.

Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre - e parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície da Terra, promovendo o seu aquecimento. Uma parcela desse calor é irradiada de volta ao espaço, mas é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de deixarem passar a energia vinda do Sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do Sol e da superfície terrestre.