A
revista Você S/A divulgou esta semana o resultado da 20ª edição do prêmio “150
Melhores empresas para trabalhar em 2016”, que este ano contou
com diversas reformulações em sua metodologia, que deixaram a pesquisa
mais moderna e eficiente.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
QUAIS SÃO AS 30 MAIORES POTÊNCIAS MILITARES DO MUNDO?
QUAIS SÃO AS 30 MAIORES POTÊNCIAS MILITARES DO MUNDO?
Para se refletir sobre as maiores
potências militares do mundo, é necessário antes identificar o conjunto de
componentes que definem uma potência. Nesse sentido, vários são os elementos
que fazem de um país uma potência regional ou mundial. Entre estes elementos
estão o tamanho da população, a extensão geográfica, os recursos econômicos e
poder militar. Vamos limitar-nos ao poder militar, um dos principais elementos
que colaboram para um impacto significativo da política externa dos países.
Todos sabemos que o poder militar de um
país influencia o seu comportamento no cenário internacional. É importante
saber que as Forças Armadas existem para garantir a segurança e defesa do
Estado, assim como determina o poder de decisão de um país na política
internacional. Pode-se notar que as grandes potências utilizam de sua força
militar para controlar o jogo de poder nas relações internacionais.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
DEPUTADOS CUSTAM MAIS DE R$ 1 BI, QUEREM MAIS AUMENTOS E ZOMBAM DA PEC QUE CORTA GASTOS PÚBLICOS
DEPUTADOS CUSTAM MAIS DE R$ 1 BI, QUEREM MAIS
AUMENTOS E ZOMBAM DA PEC QUE CORTA GASTOS PÚBLICOS
Por Sarah Vilarinho, Brasília | Segundo o site
"congressoemfoco', os 513 deputados federais custam aos cofres públicos
mais de 1 bilhão de reais por ano. Somadas todas as mordomias a que têm
direito, cada parlamentar abocanha sozinho ao final de cada doze meses R$
2.023.949,28.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
DAVID GRAEBER: ‘DÍVIDA SEMPRE FOI UMA QUESTÃO DE PODER’
DAVID GRAEBER: ‘DÍVIDA SEMPRE FOI UMA QUESTÃO DE
PODER’
Guilherme Freitas
entrevista David Graeber no Globo
Em setembro de 2011, o antropólogo americano David Graeber estava no
grupo que planejou um acampamento coletivo no Parque Zuccotti, em Nova York,
para protestar contra a desigualdade econômica. Foi o início do movimento
Occupy Wall Street, que nos meses seguintes mobilizou milhares de pessoas e
colocou em circulação slogans como “Nós somos os 99%”. Até então um acadêmico
pouco conhecido, autor de uma pesquisa de campo no arquipélago africano de
Madagascar, Graeber havia publicado meses antes o livro “Dívida: os primeiros
5.000 anos” (Três Estrelas), que se tornou um inesperado best-seller ao
retratar a história da economia do ponto de vista da relação entre credores e
devedores. Graeber falou ao GLOBO por e-mail sobre o livro, que chega ao Brasil
ao mesmo tempo que “Um projeto de democracia” (Paz & Terra), seu ensaio
sobre a história e o legado do Occupy Wall Street.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
O EXTRATIVISMO COMO PROJETO DE SOCIEDADE
O EXTRATIVISMO COMO PROJETO DE SOCIEDADE
Pilhagem
frenética de riquezas, que marca América do Sul, não é apenas problema
ambiental — mas retrato de um capitalismo que trocou trabalho pela rapina,
consumo e ostentação
Por Raul Zibechi |
Tradução: Cauê Seignemartin Ameni
À medida em que o extrativismo e
os processos políticos assentados neste modelo começam a mostrar rachaduras,
pela abrupta queda dos preços das commodities, estamos em melhores condições
para compreender suas características profundas e as limitações das análises
anteriores. Uma delas, e devemos assumir a autocrítca em primeira pessoa,
consiste em ter mirado primordialmente o aspecto ambiental, e depredador da
natureza, deste modelo de conversão de bens comuns em mercadorias.
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