quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

CONSTRUIR OUTRO MUNDO,
 EM MEIO À TEMPESTADE

 Resultado de imagem para Mundo e tempestade
O signo da próxima década pode ser a turbulência. O declínio do poder norte-americano, agora evidente, é bem-vindo – mas tende a provocar, no curto prazo, desordens e ameaças. Será preciso evitar abismos. Mas, como em toda encruzilhada, haverá espaço para alternativas e escolhas.

No momento em que nos aproximamos da próxima década, é possível antecipar grande turbulência em duas frentes – a arena geopolítica e a economia mundial, com o relativo declínio do poder geopolítico norte-americano, agora percebido por quase todos, e que nem mesmo um Obama presidente será capaz de reverter.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

OS ECONOMISTAS DO SISTEMA TAMBÉM TREMEM
Resultado de imagem para ECONOMISTAS

Num curioso artigo, dois deles admitem — oh! — que o domínio do capital financeiro provoca instabilidades e crises. Mas logo propõem uma “saída”. Mudanças? Nunca: que as sociedades salvem os bancos!
Dois macroeconomistas consagrados na academia norte-americana, Olivier Blanchard e Lawrence Summers[1], juntaram-se para escrever uma proposta de reformulação das práticas de política e de regulação econômica e, talvez (isto não está claro), de mudança da macroeconomia atualmente ensinada nos cursos ditos mainstream de Economics.[2]

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

UM MANIFESTO “LUTERANO” PARA A ECONOMIA
Um manifesto "luterano" para a economia
É possível abalar os alicerces da ortodoxia econômica como Lutero abalou a Igreja Católica?

Inspirados na reforma de Martinho Lutero, o New Weather Institute e o Rethinking Economics propõem 33 teses para revolucionar o pensamento econômico

Na celebração dos 500 anos do repto lançado por Martinho Lutero à ierarquia da Igreja Católica, o New Weather Institute e o movimento Rethinking Economics, com o apoio de um largo espectro de economistas, acadêmicos e cidadãos, lançam um desafio ao ensino de economia baseada na visão dominante e convocam a mobilização por uma Nova Reforma consubstanciada nas 33 Teses para a Reforma da Economia.