segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O papel do Líder em tempo de crise!


O Papel do Líder em Tempo de Crise

Por Fernando Monteiro da Costa
Com a iminência de uma situação desfavorável, a tranquilidade e experiência revelada pelos líderes são fundamentais para que as empresas possam caminhar de forma equilibrada. Leia a matéria completa e saiba qual é o papel dos líderes no gerenciamento de crises.
Medo, apreensão e angústia; esses são alguns sintomas que uma equipe de trabalho pode ter diante de uma crise Em tempos de crise entra em cena a figura do líder. Apesar da turbulência, o líder tem que passar motivação para seu grupo de trabalho e estimular a produtividade na empresa, justamente para que ela não pare. Entretanto ele é responsável por tomar decisões que afetam tanto a companhia como as pessoas que fazem parte do seu time. Cada empresa sofre as consequências de uma crise de maneira diferente, e nesse momento a comunicação e transparência do líder podem fazer toda a diferença para que o nível de produção não caia. 
Trabalhar com motivação é a melhor saída para a crise; entretanto a arte de motivar deve ser diária!
Segundo o consultor de RH, Fernando Montero da Costa, da Human Brasil, existem algumas práticas sem ter que gastar muito dinheiro. “Há certas estratégias que podem funcionar para não deixar funcionários desmotivados como o conhecimento de projetos que a empresa está desenvolvendo, saber os valores e missão da empresa, deixar claro para o grupo que a empresa pode estar passando por uma mau momento, entre outras coisas”. Assim, quem lidera tem credibilidade junto ao grupo e consequentemente gera melhores resultados para a empresa.

“Outro fator muito importante que o líder deve levar em conta para ter o grupo na mão é o respeito com as pessoas. O funcionário gosta de ter um atendimento personalizado, diferente, e isso deve ser observado por quem lidera”. Montero enumera ainda que criar novas ideias em tempo de crise, facilitar a implantação de soluções diferenciadas e compreender e melhorar os processos de trabalho podem gerar confiança para o líder e uma pessoa confiante está sempre disposta a assumir riscos. Dessa forma, ela torna-se mais criativa, e é claro que isto é visto com ótimos olhos pelo mercado e pelo dono ou presidente da corporação.Trabalhar com motivação é a melhor saída para a crise, entretanto a arte de motivar deve ser diária, como uma oração, caso esqueça poderá fazer falta lá na frente e com esse tipo de rotina implementada a capacidade de compartilhar ideias e reduzir incertezas se fortalece. Com tudo isso o líder ajudará a trazer resultados mais rápidos e maiores acertos.

Comportamento gera comportamento, e um líder muito formal, que não dê tanta abertura para a equipe, pode receber o mesmo tratamento dos seus subordinados, mais do que ordens o grupo se espelha em exemplos. Isso caracteriza exatamente o oposto daquilo que o líder faz, e o efeito disso é um ambiente mais tenso e truncado para trabalhar. Quem lidera tem que traduzir em gestos e ações o que precisa ser feito e os comandados gostam disso e aceitam essa postura do líder de enfrentar desafios.
E para contribuir no fortalecimento do grupo, Fernando Montero cita algumas atitudes que fazem toda a diferença no relacionamento do líder com os demais. “Ser o mais acessível possível, não tomar decisões precipitadas, nunca deixar de escutar, nunca ridicularizar alguém, principalmente se for em público, e o principal que é não ter os interesses pessoais à frente do grupo”.
Fonte: Empregos de Primeira

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