por Patrick
Sanchi Ferrão
As
práticas de gestão organizacional vêm sofrendo constantes modificações ao
longo
dos anos para acompanhar a evolução do mundo dos negócios. No contexto atual de
extrema concorrência, no qual a globalização aumenta a pressão do ambiente
externo sobre as empresas, as pessoas tornam-se elemento-chave e ganham ainda
mais importância na criação e implementação de novas e modernas estratégias
competitivas.
Neste
sentido, o gestor de pessoas tem um papel fundamental no desenvolvimento
humano, pois, se o ser humano se desenvolve, a tendência é que ocorra o mesmo
com a empresa, já que lhe é agregado mais conhecimento, habilidades e atitudes,
ou seja, o indivíduo torna-se mais competente e assertivo para com o seu
trabalho.
O
gestor de pessoas deve fornecer um ambiente no qual os profissionais sejam
levados a pensar na melhoria contínua de seus processos de trabalho, na
necessidade de inovação, na geração de capital intelectual para a organização,
nas parcerias estratégicas e na importância da aprendizagem para o sucesso
organizacional.
Em
um modelo competitivo, a área de recursos humanos e todos aqueles que ocupam um
papel de liderança têm o desafio de direcionar a energia das pessoas para as
necessidades organizacionais, além de contribuir com a disseminação das
estratégias e ser agente de mudança, num cenário em que as empresas sofrem
influências constantes e precisam se adaptar rapidamente para sobreviver.
Portanto,
é possível concluir que o papel do gestor de pessoas é fundamental para o
alcance das tão desejadas vantagens competitivas e, por isso, este deve ser
valorizado e cada vez mais inserido nas organizações de forma a amenizar
conflitos, aprimorar a comunicação e traçar o caminho da eficiência, trazendo
maior segurança e melhores resultados.
Fonte: Portal Educação:
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